janeiro 10, 2006
fim de festa
e chega o fim do dia, e do fim do natal, e as luzes apagam-se lentamente, pouco a pouco, as sombras voltam ao seu leito.
Publicado por jpcoutinho às 10:49 PM | Comentários (2) | TrackBack
novembro 13, 2005
um porto cinzento
e Rio disse "Hoje admito que a questão dos arrumadores está pior do que há um ano. A Polícia não tem tido a eficácia que eu gostaria para combater essa actividade, que nem sequer é legal", afirmou numa entrevista à Rádio Festival, na semana passada.
uma questão de brandos custumes, e que até nem espanta... substituir a vassoura pela moca... e sobre isto...nada
Publicado por jpcoutinho às 12:54 PM | Comentários (0) | TrackBack
novembro 10, 2005
rrrrrrrrrrrrr
hoje o M A Pina fala de uma baixa renovada por Soutinho e Siza, mas cinzenta como R Rio. Pois, segundo me disseram, quando se acende uma ideia na cabeça deste último, logo se apaga a luz ao fundo do túnel. "pode ser esse o caminho do Porto Feliz!", sussuraram-me ao ouvido.
Publicado por jpcoutinho às 10:27 PM | Comentários (0) | TrackBack
novembro 01, 2005
memória curta

no Jn de hoje,R.Rio explica as suas razões para restringir informações a jornalistas, sobre a actividade da CMP. infeliz e paulatinamente as grandes instituições vão tendo este comportamento, num crescende de muitos anos. e se os tribunais já não servem para quem se sente ofendido, quase nos resta tornar a profissão nuns meros mensageiros de quem pôem e dispõem.
memória curta! resta, talvez aos portugueses, sentar os políticos no "banco dos réus", principalmente os que fazem promessas mirabolantes e não cumpridas, durantre os meses de campanha eleitoral ... e as gestões danosas durante mandatos sucessivos... mas nessa altura são tudo sorrizos e palmadinhas nas costas!! isto sem esquecer os exilados políticos, os mal amados .
por fim : no forum da Maia as fotos do e do prémio de fotojornalismo da Visão de do World Press Photo 2005.
Publicado por jpcoutinho às 11:39 PM | Comentários (1) | TrackBack
outubro 31, 2005
em tons de azul
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outubro 16, 2005
ontem
e encontrei a frase que me pediste"O ontem não é nosso para recuperar, mas o amanhã é nosso para ganhar ou perder."
Lyndon B. Johnson
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setembro 28, 2005
pelo metro fora

Publicado por jpcoutinho às 11:54 PM | Comentários (1) | TrackBack
setembro 17, 2005
o gato e os teus olhos
eu sei que teus olhos, ontem, andavam tristes e procuravam o sol
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setembro 04, 2005
marchar marchar

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agosto 29, 2005
a fugir do calor
Publicado por jpcoutinho às 03:20 PM | Comentários (7) | TrackBack
agosto 28, 2005
a caminho do rio douro
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a fugir do calor
Publicado por jpcoutinho às 11:38 PM | Comentários (1) | TrackBack
o salto

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agosto 13, 2005
mais um bolhão

Publicado por jpcoutinho às 11:17 PM | Comentários (0) | TrackBack
agosto 10, 2005
bolhão
Publicado por jpcoutinho às 03:06 PM | Comentários (1) | TrackBack
agosto 08, 2005
antiga vandoma
Publicado por jpcoutinho às 09:20 PM
agosto 05, 2005
bolhão

Publicado por jpcoutinho às 11:47 AM | Comentários (1)
julho 29, 2005
os jornais também precisam de si
É o seguinte o apelo do SJ:
"O Comércio do Porto" e "A Capital" não podem encerrar! Por favor envie a mensagem abaixo para os seguintes endereços electrónicos:
jjvinyals@epi.es
imoll@albaeditorial.es
amatos@epi.es
alcalde@epi.es
Senhor D. Guilherme García-Alcalde
Presidente do Grupo Prensa Ibérica
Tendo tomado conhecimento de que o prestigiado grupo de Imprensa de que o Senhor é presidente poderá encerrar os diários portugueses "O Comércio do Porto" e "A Capital", junto-me a todos quantos se preocupam com essa eventualidade e apelam para que a Prensa Ibérica suspenda imediatamente qualquer decisão nesse sentido e assuma as suas responsabilidades, até à alienação segura das empresas.
Publicado por jpcoutinho às 12:34 AM
julho 25, 2005
a casa da musica
Publicado por jpcoutinho às 03:46 PM | Comentários (1)
julho 24, 2005
olhar
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"quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar" Nietzsche
Publicado por jpcoutinho às 09:55 AM
julho 02, 2005
e ele nunca mais acaba

Publicado por jpcoutinho às 09:24 AM
maio 05, 2005
por um porto feliz
Porque me lembrei do génio que quiz tirar o r á Revolução.
Já contei esta história, e nunca é de mais repeti-la. Já no tempo da vereadora Maria José, no reinado de D Fernando Gomes, em que se pretendia que os arrumadores tivessem direito a carta e fatiota, para poderem ter outro aspecto...(digo eu), do outro lado, nesta cidade, um programa exemplo tinha as portas abertas; onde eram administrados os substitutos da droga e depois da dose tomada, os utentes passavam irónicamente o tempo entre cervejas, ressacas e a espera de novas doses sob a sombra do monumento ao empresário!!! Ironias.
“Tá - se a ver o alcançe!”, diz-me na altura uma técnica que lá trabalhava. Quis fazer trabalho de rua que fazia parte do projecto: o resultado foi um alheamento da hierarquia que a levou à frustração e desemprego voluntário.
Foi o esquecimento do programa, ainda sem eu saber quais os resultados do “meu” dinheiro que lá foi gasto, para quem e para quê.
Aparece o “Porto Feliz” e entre dúvidas e acompanhamentos: “ora vamos lá ver quantos ainda andam na rua?”, esquecendo que nas mesmas páginas dos jornais aparece um outro factor: há cada vez mais droga nas escolas... e até nas prisões ( e esta hein).
Entre um e outro método existe uma diferença fundamental: comunidades científicas estrangeiras aprovam e importam o projecto “Porto Feliz”, e nós por cá vamos cortando verbas, sabotando talvez, procurando na rua os não voluntários e reincidentes.
Não é um manifesto de apoio ao DR Rui Rio, muito nos separa ideológicamente.
Que estudo foi feito e posto em prática nestes últimos 30 anos, para melhorar a vivência e o consequente diminuição de desperdício nos bairros socias?
E se por cada mandato, tal como na insuspeita Noruega, os presidentes de câmara e outros políticos respondessem pessoalmente em tribunal por muitos negócios ruinosos para o erário público?
“Pode ter o programa defeitos, o dinheiro é pouco, mas este resultou comigo. Com mais esforço e vontade de muitos políticos tudo isto seria um orgulho para Portugal. Tás a ver choramos as lojas dos Chineses, e o que é nosso e exportado não tem quase valor; não faltam melgas a encontrar defeitos... que vá o dinheiro das multas para o programa, bem o merece, atiraram-me a bóia, apanhei-a. Tenho emprego, e sou gente por causa deste porto de abrigo", disse-mo um utente.
Diria-me -ia, poucos dias mais tarde, um médico que andou grande parte da sua vida na China, Suíça, Usa e Portugal: “Lanças a corda e se não houver vontade por parte deles, não há milagres.”
Pois então que os multem e entregue as coimas direitinhas a programas de recuperação. Antes eles serem multados, que me arrombarem o carro três vezes num ano, e assaltarem-me os filhos e a família. Se não querem a corda ... o problema é nosso. Têm centros de recuperação, drogas de substituição, clínicas para gente fina, ou o Porto Feliz. Haja homens mais que os ajudem a erguer e recuperar a sua dignidade e a sua vida.
Mas a esperança é pouca, e nestes 30 anos de Abril... continua-se por cumprir os ideários. Alguns políticos até vestem duas camisolas para estarem ao lado dos presidentes de clubes de futebol.
Inaugura-se e corta-se fitas por qualquer coisa como no antigamente. O que era previsível ser um gesto de obrigação de quem ocupa poder sem abegnação ao dito poder..
Quanto a nós... não distinguimos um trambolhão de bicicleta..... de um colapso de uma civilização.
Publicado por jpcoutinho às 01:15 AM
março 24, 2005
tunel de ceuta
Publicado por jpcoutinho às 12:42 AM | Comentários (1)
março 17, 2005
a terra a quem a quer

e de pequenos talhões camarários,em Aldoar, um desempregado aumenta a esperança, em pequenos gestos cuidadosos no tratamento da terra.
Publicado por jpcoutinho às 11:21 PM
março 16, 2005
cuidado com o lixo

Publicado por jpcoutinho às 08:48 AM | Comentários (1)
março 06, 2005
vende-se
com esplanada incluída. Para os interessados, fica perto do Carlos Alberto, no Porto

Publicado por jpcoutinho às 12:45 AM | Comentários (1)
fevereiro 27, 2005
um postal

Hoje enviaria este postal do Porto
De arrojado, o desenho do edifício. Ainda que o não tenha digerido no meu horizonte visual... Gosto, não gosto.
Enorme tem sido o deserto que políticos têm semeado com a Casa da Música
Publicado por jpcoutinho às 11:05 AM | Comentários (2)
fevereiro 02, 2005
escondidos

pois é pois é há quem viva escondido a vida inteira.. deixa-me rir
rapei com devido respeito ao citador por me lembrar de algumas caras
O Despotismo do Homem Vulgar
A história européia parece, pela primeira vez, entregue à decisão do homem vulgar como tal. Ou dito em voz activa: o homem vulgar, antes dirigido, resolveu governar o mundo. Esta resolução de avançar para o primeiro plano social produziu-se nele, automaticamente, mal chegou a amadurecer o novo tipo de homem que ele representa. Se, atendendo aos defeitos da vida pública, estuda-se a estrutura psicológica deste novo tipo de homem-massa, encontra-se o seguinte: 1º, uma impressão nativa e radical de que a vida é fácil, abastada, sem limitações trágicas; portanto, cada indivíduo médio encontra em si mesmo uma sensação de domínio e triunfo que, 2º, convida-o a afirmar-se a si mesmo tal qual é, a considerar bom e completo o seu haver moral e intelectual. Este contentamento consigo mesmo leva-o a fechar-se em si mesmo para toda a instância exterior, a não ouvir, a não pôr em tela de juízo as suas opiniões e a não contar com os demais. A sua sensação íntima de domínio incita-o constantemente a exercer predomínio. Actuará, pois, como se somente ele e os seus congéneres existissem no mundo; portanto, 3º, intervirá em tudo impondo a sua vulgar opinião, sem considerações, contemplações, trâmites nem reservas; quer dizer, segundo um regime de «acção direta».
Ortega y Gasset, in 'A Rebelião das Massas'
Publicado por jpcoutinho às 12:43 AM | Comentários (7) | TrackBack