novembro 20, 2005
abaixo assinado
Abaixo-assinado pela manutenção dos cursos superiores de Jornalismo O abaixo-assinado tem como destinatário o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, mas será também enviado com conhecimento para o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e para o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.
Publicado por jpcoutinho às 11:51 AM | Comentários (1) | TrackBack
novembro 06, 2005
para rir ?
DN online.Camera' expulso do parlamento
De facto não há referências a falta de higiene, ou desrespeito. Aliás lembro um olhar divertido e voyerista de alguns deputados na nossa AR, quando uma camarada nossa se apresentava de mini saia. Mas isto passa-se no Continente. Para mim um desonesto tanto veste fato como ganga, na Madeira não!
Na Madeiraum jornalista por este andar tem que ser coerente na roupagem: numa praia de nudistas vai de pelota, num bairro de pobreza roupa velha e coçada, com JJ.fumar só charuto. coerência, mas sobertudo IMAGEM!
da Madeira já nada me espanta!
Publicado por jpcoutinho às 11:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
o porto e a imprensa em tempos recentes

este espaço vive de estados de alma. sem pretender ser repetitivo. vou encontrando na net artigos que gosto e sinto a obrigação de partilhar para que cada um possa ajuizar, como esta crónica de Miguel Carvalho sobre a imprensa e a memória, neste cantinho, nesta cidade do Porto.
Publicado por jpcoutinho às 11:48 AM | Comentários (1) | TrackBack
novembro 05, 2005
pérolas
Na Índia acreditava-se que as pérolas nasciam na testa, Sendo propriedade exclusiva dos deuses, as pérolas das nuvens irradiavam boa sorte. afinal temos pérolas portuguesas hehe
Publicado por jpcoutinho às 11:34 AM | Comentários (1) | TrackBack
outubro 04, 2005
Romaria por uns raros minutos de penumbra
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no fim do mundo, ao fim da tarde com o fim de ver a lua escondendo o sol. Argozelo, Vimioso
eclipse anular Santuário de S. Bartolomeu, em Argozelo, é o melhor palco de observação
A expectativa cresce em Argozelo, Vimioso, no nordeste transmontano. Centenas de pessoas iniciam a contagem decrescente para observarem um fenómeno natural raro. O eclipse anular, que ocorre esta manhã, levou cientistas, investigadores e populares, portugueses e estrangeiros, a rumarem ao santuário de S. Bartolomeu. No terreiro que cerca a igreja, no cimo de uma serra, a vista, ao pôr-do-Sol, alcança quilómetros.
Hoje, às 9,54 horas, o espaço é o local privilegiado para observar o que não se vê desde 1912 em Portugal continental. A Lua vai sobrepor-se ao Sol, deixando, apenas, um anel de luz em sua volta. A escuridão, que não será total, permitirá, ainda assim, observar as estrelas durante o dia.
"É um momento único que não perdia por nada deste mundo", comenta Rosa Doran, num sotaque brasileiro que não esconde a excitação.
A presidente do Núcleo Interactivo de Astronomia (Nuclio) estima que, esta manhã, o santuário receba cerca de mil pessoas. "400 crianças já estão confirmadas, há 150 pessoas acampadas, outras tantas alojadas nas redondezas e as restantes vêm de manhã", conta a responsável. "O que vão ver será um espectáculo fascinante", prevê, mostrando alguma preocupação por não ter óculos de protecção especiais (ver caixa) para disponibilizar a todos os que, durante cerca de quatro horas, não vão querer despregar os olhos do céu.
"Não contávamos", desculpa-se, contando que a iniciativa de organizar um evento em volta do eclipse nasceu de uma série de coincidências. Em Julho, conheceu José Pimentão, investigador da Sinergia, uma empresa de consultoria ambiental, e de contacto em contacto conseguiram montar um "palco" de observação do eclipse, num lugar remoto e sossegado que, de repente, virou atracção científica.
Atrás dos eclipses
Alguns, poucos, já tiveram a oportunidade de ver um fenómeno semelhante. "Só os que andaram atrás dele", diz Rosa Doran.
José Pimentão foi um deles. Em 1999 rumou ao Norte de França, com 50 estudantes universitários, para observar um eclipse total. "Este vai ser diferente, mas a espectacularidade é igual", assegura, com dificuldade em encontrar as palavras certas para descrever o que se sente diante de um fenómeno deste tipo.
"É como se alguém fechasse a luz e, de repente, apaga-se tudo", refere, recordando os momentos que viveu em França. "É fascinante durante o dia conseguirmos observar as estrelas e até os animais a agirem como se fosse noite e a voltarem aos abrigos".
Hoje a escuridão não será absoluta, mas assemelhar-se-á à penumbra do anoitecer. "É um milagre da Natureza", comenta Jean-Luc Josset, francês, investigador da Agência Espacial Europeia (ESA), ligada ao projecto do satélite de observação da lua "Smart 1".
Estava numa reunião em Coimbra e não quis perder a oportunidade de observar o "milagre". O cientista é responsável pela câmara fotográfica instalada no satélite da ESA e não hesita em mostrar as imagens de um eclipse captadas, em Outubro do ano passado, a milhares de quilómetros da terra.
Hoje, poderá ver ao vivo as imagens que traz guardadas no seu computador portátil. "Mal posso esperar".
Inês Sherc/jn
Publicado por jpcoutinho às 12:34 AM | Comentários (1) | TrackBack
julho 31, 2005
amigos
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que foram companheiros de trabalho. muitas historias vividas, muintas mais historias contadas. aquele abraço Pinto
Publicado por jpcoutinho às 11:00 PM
a notícia
"Comércio" fora das bancas
imprensa O mais antigo diário do continente e "A Capital" foram ontem suspensos Prejuízos e falta de acordo com potenciais investidores justificam decisão da Prensa Ibérica
pedro correia
Rescisões deixam no desemprego 72 trabalhadores, dois terços dos quais são jornalistas
Hoje será o último dia em que "O Comércio do Porto" e a "A Capital" estarão nas bancas, anunciaram ontem as direcções dos jornais.
Na base da decisão da espanhola Prensa Ibérica estão os prejuízos acumulados pelos títulos. "A Capital" somou cinco milhões de prejuízos nos últimos três anos, tendo descido as vendas do primeiro semestre para 3422 exemplares diários. Já o "Comércio" acumulou 1,2 milhões de prejuízos, só no primeiro trimestre, com as vendas a caírem para 3794 exemplares.
Os títulos vão, agora, rescindir contratos com os cerca de 150 trabalhadores. A opção pela mera suspensão de publicação permite a subsistência das empresas, com os títulos a poderem, ainda, ser reeditados. O problema, garante, Rogério Gomes, director do Comércio, é existem investidores interessados, "mas não nos prazos impostos pela Prensa Ibérica".
Os rumores sobre o eventual encerramento dos jornais começaram a circular na semana passada, sendo dado como certo o final deste mês para uma decisão definitiva. Mal foi conhecido, o anúncio despoletou uma série de reacções. A Invicta TV acusou a Prensa Ibérica de violar o acordo a que terá chegado na quinta-feira para a compra dos títulos, desde que se mantivessem em banca. E a LP Brothers afirmou à Lusa ter ainda uma reunião marcada, na segunda-feira, para comprar "A Capital".
Contudo, o administrador dos dois jornais, Anacoreta Correia, negou à Lusa ter recebido estas intenções de compra e confirmou apenas ter recebido uma proposta, por parte do representante da Prensa Ibérica em Portugal, António Matos, que foi rejeitada por razões que não quis especificar. Em reacção ao anúncio, o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, enviou para "O Comércio do Porto" uma declaração, admitindo que é "um dos títulos mais prestigiados da Invicta", mas criticando "as opções editoriais seguidas, com uma forte partidarização e alguma tendência para o sensacionalismo no noticiário político".
Já Luís Filipe Menezes, vai apelar ao presidente da Junta Metropolitana do Porto, Valentim Loureiro, para que reúna com autarcas da região e uma "vintena" de empresários, de forma a impedir o encerramento do jornal. "Bastava que algumas autarquias colocassem alguma publicidade obrigatória no jornal" para salvar o título, disse. Também o Sindicato de Jornalistas acusou a Prensa Ibérica de abandonar os dois periódicos à "borrasca".
* com M.N. e C.S.L.
Alexandra Figueira *
Publicado por jpcoutinho às 12:32 AM | Comentários (1)
julho 30, 2005
poucas palavras! comércio do porto
talvez sintam a revolta de quem quer apenas contar com fotos uma historia e agora não possam mostrar-nos isso. Ficamos mais pobres. e tu que fotos escolherias para ilustrar a raiva?
Publicado por jpcoutinho às 11:48 PM
julho 06, 2005
à espera do silêncio
estava á espera que despertasse as palavras para falar da foto, incomodado por a ter guardado e gostava de partilhar.
vou roubar as palavras da Margarida
Publicado por jpcoutinho às 11:23 AM | Comentários (4)
junho 17, 2005
o bombeiro
Publicado por jpcoutinho às 03:36 PM | Comentários (2)
maio 04, 2005
o trambolhão
Publicado por jpcoutinho às 01:05 AM
abril 11, 2005
o Papa João Paulo II
A imprensa esqueceu por dias o mundo para esmifrar até ao último segundo da emissão o depósito do corpo . Até os pormenores finais o culto da personalidade.
Até ao encerrar o corpo, “que ao pó voltará”, embora protegido por chumbo e madeiras nobres como o Vaticano gostou de mostrar.
E o culto da diplomacia continuou e juntou os mais importantes em gestos de perfeita hipocrisia, de que todos falaram com admiração e vénia. Esquecendo que o Papa na deslocação a Timor não beijou o solo Timorense.
Houve fé, adoração, orfandade, mas esta pertenceu aos católicos.
E aqui ficam dois retratos do JN, talvez os não mais significativos... mas de pontos diferentes de quem tem um Ídolo- wotjtyla_ na sua pequena terra,na Polónia e de quem não gosta de sentidos obrigatórios.
http://jn.sapo.pt/2005/04/09/em_foco/terra_wotjtyla_adeus_lagrimas.html
Terra de Wotjtyla diz adeus em lágrimas
emoção Pequena cidade que viu nascer o Papa seguiu enterro através de ecrãs gigantes
enviado especia La wadovice
Amanhã longa de emoções contidas durou até que os sinos da Basílica de Santa Maria tocaram sem parar. Os rostos carregados que cobriam a Praça João Paulo II, em redor da igreja onde o pequeno Karol Wotjtyla foi baptizado e fez a comunhão, fixaram ainda mais o ecrã gigante e quase ninguém controlou as lágrimas.
Na praça principal da pequena cidade que viu nascer o Papa estavam 15 mil pessoas com os olhos no Vaticano e o coração em Wadowice. "É uma emoção muito forte, estar aqui a ver João Paulo II ser enterrado", diz Danuta Kaczamarek, com o rosto ainda molhado, que chegou bem cedo com o marido Maciej e a filha Oliwia para garantir a primeira fila. Maciej aperta de novo a mão de Danuta e acena com a cabeça "Já sabíamos que não íamos conseguir aguentar. O Papa era tudo para a nossa família, era tudo para esta terra".
"Ele trouxe-nos o orgulho de sermos polacos", acrescenta Danuta. A pequena Oliwia brinca com a foto da Papa que hoje só se vendia, timidamente, num ou noutro canto da praça.
Um dia excepcional para a cidade onde o comércio, que ontem encerrou em massa, vive quase só da imagem de João Paulo II. Cafés e restaurantes não abriram e os transportes públicos também foram cancelados. Só ao final do dia meia dúzia de "Opominki" carregadas de ingénuos "souvenirs" começaram a ter filas à porta. Tal como nas duas pastelarias que muitas horas depois da celebração mataram a fome aos peregrinos com o famoso "kremowki papieskie", uma espécie de mil-folhas adorado pelo jovem Wotjtyla, quando ainda era "Lolek" para os mais íntimos.
Ao lado da Basílica de Santa Maria, um templo carregado de mais referências ao Papa, milhares de lamparinas iam cobrindo a rua Koscielna. Só a entrada do número 7 foi deixada livre. Ali, onde Karol Wotjtyla nasceu, só as flores repousavam no pátio interior. Ao lado, no palanque onde depois do enterro se celebraria outra missa, a cadeira de braços onde João Paulo II se sentou nas suas visitas a Wadowice permaneceu vazia, cruzada apenas com uma fita negra e uma coroa de flores amarelas e brancas.
Não há peregrino que não fotografe o cadeirão de madeira clara. Nem a estátua, ao lado da Basílica, com o busto de João Paulo II. Aparentemente alheada do ambiente da praça, Janek Chorzewski tem 16 anos e assiste ao desenrolar das cerimónias sentada com duas amigas na montra de uma loja. A indiferença é, no entanto, aparente. Janek está afastada porque, confessa, "não aguentava estar no meio da praça, a ver o Papa a ser enterrado".
As duas amigas escondem o rosto com o cabelo longo e não dizem uma palavra. Janek vive nos arredores de Wadowice, em Tomice, e só viu João Paulo II uma vez. "Foi há três anos, era ainda mais nova e não entendi muito do que ele disse". A figura de João Paulo II marcaria, contudo, a jovem de botas militares dois números acima do seu, calças e blusão negros. "Ele adorava a juventude e para nós, polacos, além dos nossos músicos preferidos também temos o Papa como ídolo. E quando se perde um ídolo é muito triste".
http://jn.sapo.pt/2005/04/09/em_foco/resistentes_costas_voltadas_para_o_v.html
"Resistentes" de costas voltadas para o Vaticano
Ruas desertas, lojas fechadas, locais turísticos com pouca gente o centro histórico de Roma parecia, ontem de manhã, um cenário de cinema montado para alguns grupos de turistas e para os poucos italianos resistentes e revoltados pelas exéquias que classificam de "fanáticas".
"A televisão foi sequestrada pelo Papa, não há nenhum pluralismo depois da morte de João Paulo II, isto é escandaloso!", afirmava, indignada, Michaela Caruso, em plena Piazza Navona, em frente do "Pasquin", uma das estátuas "falantes" de Roma, utilizadas no século XV para exprimir o descontentamento contra o poder e afixar panfletos. A estátua estava, ontem, coberta de inscrições coladas pelos "contestatários" "Um Papa morre e de seguida aparece outro!"
As lojas de roupa e os cafés do centro da cidade permaneciam fechados. Apenas alguns comerciantes resistiam a esta unidade, não por ideologia, mas pelo aspecto financeiro.
"As grandes cadeias não têm qualquer problema em fechar hoje. Eu sou um pequeno comerciante e gravei em video as exéquias para as ver mais tarde", justifica-se Francesco Rogano, gerente de uma loja de carteiras. A única que ontem estava aberta na sua rua.
Os raros italianos a andarem pela rua ou no "desemprego" forçado pelas exéquias mostram-se, por vezes, muito críticos perante o "culto da personalidade" visível, dizem, desde o dia seguinte à morte do Papa.
"Nós trabalhamos no Tribunal de Contas, em Roma. O nosso escritório está fechado, como todos os serviços públicos, devido às exéquias de João Paulo II, por isso passeamos longe desta loucura adoradora", dizem Gabrielle De Angelis e Fausto Pederzoli, citados pela agência France Presse.
Este casal, que se diz laico, não compreende "como se pode aceitar que o presidente Bush e Condoleezza Rice estejam ali a rezar, enquanto continuam a matar tanta gente". "Estamos fartos de toda esta hipocrisia", acrescenta Gabrielle.
O mesmo cepticismo chega pela voz de Paul Birrini, um professor universitário, de 68 anos, que vive a dois passos da Piazza di Spagna, no centro de Roma "É revoltante! Todos estes jovens vêm como se se tratasse de um concerto de rock ou de um jogo. Quantos deles respeitam os preceitos do Papa, quantos deles não usam preservativo, quantos deles já se divorciaram", lança, ironicamente, este romano.
(c)JN
Publicado por jpcoutinho às 12:12 AM
fevereiro 09, 2005
noticias
que um jornalista gostava que fossem falsas
Pentágono Pagou a Jornalistas para Influenciarem a Opinião Pública
Quarta-feira, 09 de Fevereiro de 2005
Política está a ser revista
O secretário de Estado Donald Ramsfeld afirma que não era dito aos jornalistas o que deviam escrever. Apenas lhes era atribuído um assunto
O Pentágono financia "sites" informativos nos Balcãs e no Magrebe, pagando indirectamente a jornalistas pelo seu trabalho, prática que está agora a ser alvo de uma investigação oficial, na sequência de uma reportagem da CNN sobre o assunto.
Publicado por jpcoutinho às 07:51 PM | Comentários (1)