março 21, 2006

concurso, participem pois

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I CONCURSO DE FOTOGRAFIA – AMBIENTE; IMAGENS DISPERSAS

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março 03, 2006

as figuraças

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fevereiro 23, 2006

a mão

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a laranja e o mundo

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janeiro 16, 2006

josé suarez

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O Centro Português de Fotografia, no Porto, inaugura hoje a exposição "La Mancha", de José Suarez, produzida pelo Instituto Cervantes.

Aos 55 anos, o fotógrafo (Allariz, 1902 - Guarda, 1974) mergulha pelas terras de D. Quixote, entre Gualdalquivir e Jucar, nas paisagens humanas do interior rural desta região espanhola. Os retratos são a preto e branco "numa quietude e meditação ternas e expressivas, a par de uns negros poéticos e sóbrios".

"La Mancha", originalmente apresentada em 1965, é, pois, o resultado de um olhar já amadurecido pelos ideais deste fotojornalista inconformado com uma realidade parada no tempo. Um confronto entre o realismo e o idealismo, entre o cepticismo e o entusiasmo percorrendo as paisagens, as gentes ou simples objectos, para tentar resolver uma dualidade para a qual nunca encontrará resposta.

As fotografias revelam uma visão humanista, utilizando técnicas e enquadramentos da formalidade modernista, e aí, o homem surge como personagem e como determinante em tudo o que o rodeia, oferecendo-nos objectos e paisagens mitificadas, bem marcadas, fixadas naquele tempo e espaço.

Formado na Universidade de Salamanca, onde se tornará amigo de nomes grandes da cultura espanhola, como Ortega Y Gasset e Unamuno, José Suarez exerceu advocacia, tornando-se mais tarde fotógrafo e cineasta.

Como fotógrafo e documentarista, essencialmente etnográfico, produz nos inícios diversas séries As Romarias, Oleiros, Beiramar, os Carros, observados com uma grande preocupação estética. Em 1936 produz "Marineiros", um documentário fotográfico com recurso a tomadas em picados e contrapicados, com corpos cortados, provocando a vanguarda do momento.

Quando a vitória Franquista é uma realidade, este republicano exila-se na América Latina, onde passa boa parte da sua vida, entre a Argentina e o Uruguai, aí se estabelecendo como fotojornalista da "Life", "Galicia Emigrante" e "US Camera".

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novembro 19, 2005

foto 8

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este mês uma foto impressionante de Glenn Hunt
um bom fim de semana

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junho 25, 2005

a pesca dos curiosos

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junho 12, 2005

meditar

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junho 04, 2005

aqui também há gato

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maio 16, 2005

um leito provisório de vida

nos corredores da torre dois do bairro do aleixo porto


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maio 15, 2005

estamos de volta

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abril 23, 2005

olhar

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esta fotografia do José Carmo, meu companheiro de armas, e que ganhou a categoria de desporto do prémio de fotojornalismo da Visão, tem para mim o condão de representar a evocação deste País. Ainda há quem saia do campo de cabeça erguida, com orgulho no seu trabalho. Desde que cada homem não seja macaco e sirva com paixão e razão no seu galho.
Só por esta imagem valeu o Europeu.

Publicado por jpcoutinho às 02:08 AM | Comentários (7)

abril 14, 2005

caminhos

estranhos e feios. feios e deprimentes, inconstantes e inconclusivos.caminhos e trilhos ... por instantes...

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Publicado por jpcoutinho às 12:12 AM | Comentários (4)

abril 07, 2005

fotojornalismos

esperemos que mantenha a mesma força. Uma boa descoberta para quem se interesse por "este mundo".

Publicado por jpcoutinho às 07:19 PM | Comentários (3)

abril 05, 2005

"habitação social"

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vida vadia...

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abril 04, 2005

Carlos Calvet

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Exposição "Carlos Calvet", 2 de Abril a 3 de Julho no Centro Português de Fotografia.

Com um percurso que, na Fotografia, se inicia na definição do momento decisivo de uma fenomenologia quase autista, Carlos Calvet soube navegar por entre a multiplicidade dos olhares que, nos anos cinquenta tanto se contrapunham como recusavam o debate. E, se há uma ponta, aqui e ali, do formalismo salonista, há acima de tudo, a forma muito sua de recusar o maneirismo: as suas fotografias trazem sempre a sua assinatura, fazem-nos cair na gama dos cinzentos bressonianos, mas também na crueza americana da fotografia directa quase sempre aligeirada por aquele elemento onírico do Surrealismo. Outras imagens ­ como estas multidões que se fazem olhando-as de cima ao modo modernista, ou as paisagens do mar aproximando-se da praia de falésia, ancoram-se naquele dispositivo cinematográfico visual que é tão definitivo nesta utilização do meio fotográfico.
Fundamentalmente são imagens de Lisboa e do mar, imagens que tentam a unidade das coisas e do homem ­ o ar marítimo que ataca as estátuas de uma época posterior, o vai-vém das ondas, dos cacilheiros e dos pacientes passageiros, as formas caóticas que se desenrolam no caleidoscópio geométrico das águas. Mas há as fotografias de viagem, as paisagens urbanas de uma província de desenho mouro, as prematuras séries narrativas, os retratos e as espantosas reportagens dos ajuntamentos, das expectativas que a Fotografia pode adivinhar, - uma vida de prosseguidos desenhos, de composição. Porque há no olhar do fotógrafo e pintor Carlos Calvet o vício da composição. E é irrelevante que o dinamismo das estátuas reconstitua velhos esquemas masoquistas, que aquele interior escuro realce o objecto nulo como é uso do surrealismo, que os pequenos acontecimentos no interior de um acontecimento maior se desliguem do "actual" e vão vincular-se ao sonho da universalidade. Estas imagens estão fora do tempo, a Mulher de branco já faz parte do nosso imaginário e continuará a fazer vibrar a saia no escuro do beco, aquela família de barquinhos esguios, que já não existe, continua a receber as ondas da baixa-mar numa gaveta da memória e num cacilheiro qualquer todas as aventuras do mundo podem vir a acontecer. Porque estas imagens escapam à História da Fotografia, aquela que se faz com complexos de estilos e mensagens codificadas, e, quando as olhamos, não há nostalgia nem decifração. Sabemos apenas, com a certeza dos reencontros, que este foi o tempo de um olhar inteiro.


CARLOS CALVET, (Lisboa, 1928)
Estudou arquitectura no Porto e é também pintor e fotógrafo. Próximo do grupo surrealista de Lisboa, participou na sua exposição de 1949, mas inicia a sua produção fotográfica apenas em 1956, já que, na década de 50, devido à sua formação em arquitectura se passa a interessar pelo cinema e pela fotografia.
Tanto na pintura como na fotografia o seu processo é, sempre experimental: do surrealismo ao abstraccionismo simbólico, deste ao conceptualismo da Pop-Art e, sempre, aquela curiosidade pelo oculto que foi uma das veredas do surrealismo português. Por isso não há na sua fotografia a convicção realista e, num processo que desenvolve até hoje, é a alteração cénica da atmosfera da composição, ( e daí o recurso a diversas práticas fotográficas) que constitui a sua diferença e onde acode aquele ­ atenuado - elemento metafísico que é mais visível na sua pintura, mas que se insinua nas imagens fotográficas, - o que explica o seu lugar distintivo na fotografia portuguesa.

Será lançado o álbum "Carlos Calvet", editado pelo CPF/MC

Publicado por jpcoutinho às 12:11 AM | Comentários (1)

março 27, 2005

um estado de espírito

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Publicado por jpcoutinho às 11:49 PM | Comentários (3)

março 23, 2005

melodia

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uma melodia nas cercanias de Carlos Alberto, no Porto. Por instantes...

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fevereiro 16, 2005

concurso

CGTP promove Concurso de Fotografia
As inscrições e entrega de trabalhos para o 1º Concurso de Fotografia da central sindical CGTP-IN, que tem como tema obrigatório “O Trabalho e os Trabalhadores”, estão abertas até 18 de Março de 2005.

Publicado por jpcoutinho às 11:58 PM

fevereiro 07, 2005

epitáfio em galego

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Publicado por jpcoutinho às 11:47 PM | Comentários (1)