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março 31, 2005

as bilheteiras da casa da música

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estão finalmente abertas ao público!

Publicado por jpcoutinho às 09:59 AM | Comentários (4)

março 29, 2005

os olhos

os teus olhos são dunas olhando o mar!

Publicado por jpcoutinho às 10:29 PM | Comentários (3)

março 27, 2005

um estado de espírito

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Publicado por jpcoutinho às 11:49 PM | Comentários (3)

março 24, 2005

código de estrada

nem todas as alterações são públicas. Por acaso conhecia este novo sinal? ora ora...

Publicado por jpcoutinho às 11:06 PM | Comentários (4)

tunel de ceuta

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Este Túnel de Ceuta (aqui junto ao Museu Soares dos Reis) é para mim mais uma prova da baixa produtividades dos portugueses. Os Técnicos estudaram a fundo tão complexa obra;os políticos tomaram perante estudos consistentes e optaram pelo que seria uma boa solução para A Solução. Assim a "senhora" foi apresentada e propagandeada aos ventos como símbolo da capacidade nortenha de sonhar e obrar; Conclusão uma obra, entre outras, cheias de problemas e esperando o que já devia estar solucionado á partida: O fim da obra. Afinal quem é pouco produtivo? O Sonho é claro!

Publicado por jpcoutinho às 12:42 AM | Comentários (1)

março 23, 2005

melodia

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uma melodia nas cercanias de Carlos Alberto, no Porto. Por instantes...

Publicado por jpcoutinho às 12:51 AM | Comentários (1)

março 21, 2005

O artista

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pronto já ficaram a conhecer o "artista", pai dos nove cachorros.

Publicado por jpcoutinho às 09:10 PM | Comentários (2)

Sartre

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Centenário do nascimento de Sartre

Centenário do nascimento de Sartre


As comemorações do centenário do nascimento (1905) de Jean-Paul Sartre decorrem em Lisboa. É pena que a academia do Porto não tenha dado à efeméride o relevo que merecia. Sartre visitou o Porto em 1975 por solidariedade com o 25 de Abril. Foi um intelectual "engagé", manifestando-se contra a guerra-fria, as guerras na Argélia e no Vietname, defendendo a Revolução Cubana, repudiando a invasão da Checoslováquia e participando na rua, ao lado de trabalhadores e estudantes, na "revolução"de Maio de 68. Nenhum filósofo influenciou tanto o seu próprio tempo e deixou tantas marcas para o futuro como Sartre. Há quem defenda que não há um Sartre, mas três o jovem marxista, o crítico do marxismo e o existencialista ateu. Num debate ocorrido no Club Maintenant, Sartre aceita a palavra existencialismo para designar a sua própria filosofia. Esclarece: "Se Deus não existe há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência (…) e esse ser é o homem (…) O homem é apenas aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o princípio do existencialismo". Na sua obra "A náusea", explica que esta resulta da indefinição do homem perante as infinitas possibilidades que o inquietam. Para se libertar da "náusea" o homem tem de usar a liberdade de forma absoluta e incondicionada e fazer da sua vida o seu próprio projecto. Afirma em "O Ser e o Nada": "O homem deve inventar-se a partir do nada que ele é, ao invés de se determinar por algo que lhe é exterior". É na escolha que se manifesta a consciência e a liberdade é o fundamento dos valores que orientam as escolhas. Se Deus existisse, o homem não era livre, mas Deus não existe e o homem é absolutamente livre, escolhe a partir de si próprio. Nesta liberdade absoluta está a sua autenticidade. Por isso, esclarece Sartre: "Cada vez que o homem escolhe o seu compromisso torna-se-lhe impossível preferir outro". E conclui: "A nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque é um compromisso com a humanidade inteira".

O existencialismo de Sartre destruiu o dogmatismo, libertou o homem do "inferno dos outros" e, ao colocar a liberdade na condição humana ("o homem é como se projecta"), fez do existencialismo uma ética da responsabilidade num novo humanismo.

Sartre marcou o nosso tempo. Merece que não o esqueçamos.

* Mestre em Filosofia


JOÃO BAPTISTA MAGALHÃES/JN

Publicado por jpcoutinho às 12:23 AM

março 20, 2005

deixa-me

sair daqui que o Amin é pesado.

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Publicado por jpcoutinho às 01:23 PM

março 18, 2005

nove post´s

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somos nove!!! não há aí nada para os dentitos: cadeiras, bancos, cortinas e o que mais vier a jeito...
Mas somos bem comportados HEHEHE.

Publicado por jpcoutinho às 12:01 AM | Comentários (4)

março 17, 2005

a terra a quem a quer

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e de pequenos talhões camarários,em Aldoar, um desempregado aumenta a esperança, em pequenos gestos cuidadosos no tratamento da terra.

Publicado por jpcoutinho às 11:21 PM

março 16, 2005

cuidado com o lixo

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Publicado por jpcoutinho às 08:48 AM | Comentários (1)

março 15, 2005

mais de dois milhões

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por vezes só com bom humorencaramos a realidade. Só por distração poderemos deixar que estes números sejam uma realidade!. Dois milhões de pobres. Há, em Portugal, pelo menos dois milhões de pobres, apesar de o número poder ter aumentado nos últimos anos ...

Publicado por jpcoutinho às 06:33 PM

março 13, 2005

pequenas

grandes notícias:
Aulas de inglês alargadas a 46 escolas primárias do Porto

A Câmara do Porto revelou na quinta-feira que 46 das 56 escolas primárias da cidade já têm aulas de inglês no quarto ano, num projecto que abrange 1.500 alunos de 92 turmas.

Publicado por jpcoutinho às 01:38 AM | Comentários (1)

março 12, 2005

metáforas

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Metáforas do Sentir Fotográfico
Livro de análise dos discursos que subjazem a interpretações das tomadas de vistas dos fotógrafos, ( com exemplos de obras de fotógrafos portugueses) e da sua interpretação pela crítica.

Nº 1 da Colecção Teorias e Práticas
Fotografias de vários autores
Textos de Maria do Carmo Serén
Ed. 2002
ISBN 972 - 8451 - 22 - 9

Publicado por jpcoutinho às 01:59 AM

março 08, 2005

encontrei...

o novo governo...

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Publicado por jpcoutinho às 12:21 AM | Comentários (5)

Mário Cesariny

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A Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalição, acolhe até 30 de Abril uma importante retrospectiva dedicada a Mário Cesariny
vale bem o passeio...

Pintor e poeta, Cesariny (nascido em 1923) formou-se em Lisboa e em Paris, onde se ligou ao movimento surrealista francês. Em Portugal foi um dos maiores impulsionadores do surrealismo, tornando-se numa das figuras mais importantes do movimento na literatura e na pintura.
O Grande Prémio EDP teve a sua primeira edição em 2000, ano em que a artista galardoada foi Lourdes Castro.

PUBLICO.PT

Publicado por jpcoutinho às 12:02 AM

março 06, 2005

o divino esteve lá

e do fundo da sala levantou-se uma voz: "e Deus votará em si"....

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jornal de notícias
amarante
Campanha aérea
folclore Presidente do Marco faz campanha na sua terra natal e oferece viagens de helicóptero Até voou duas vezes, para aparecer na TV

Ferreira Torres ouviu uma voz interior "para não ter medo". E voou duas vezes


Tito Couto

"Deus vai votar em si", garante um dos mais fervorosos apoiantes de Avelino Ferreira Torres, que ontem ofereceu baptismos de voo de helicóptero, em Amarante. O candidato à autarquia não vai tão longe mas, ainda assim, decidiu fazer campanha o mais próximo possível do "Altíssimo".

Uma vez lá em cima, diz não se sentir mais próximo do Todo Poderoso "Mas sei que está comigo, aliás, senti como que uma voz a dizer-me: Vai, não tenhas medo que não te acontece nada". E assim subiu aos céus, duas vezes, sentado à direita das televisões.

Com os pés mais assentes na terra, o povo aplaude o pagode e sagra o candidato "É a coisa mais linda". Disso não tem dúvidas Ilda Leite. A sexagenária acredita que Ferreira Torres vai concretizar o seu "suave milagre": "Um bairro de casinhas pobres, onde possa viver com o marido entrevado e os filhos com esquizofrenia".

As gerações mais novas pedem outras bênçãos. Eva e Daniela, têm 17 anos e moram no Alto da Lomba. "Gostávamos era que tirasse os paralelos e trouxesse um centro comercial", pedem as adolescentes convertidas às catedrais do consumo.

O candidato promete muito mais, garante o melhor de dois mundos "Uma cidade nova com os encantos dos anos 70 e a liberdade de uma revolução". Com ele, "haverá um concelho novo, uma terra onde a família é cristã, pia e indivisível, onde os velhinhos terão apoio e as crianças as suas escolinhas".

Mas "haverá liberdade", numa autarquia sem câmaras de vigilância a controlar funcionários. Aliás, assgura, Amarante "voltará a ser a flor do Tâmega", com um presidente bairrista e rifoneiro.

Não há área de intervenção que não tenha ditado a condizer. Haverá desporto e lazer porque "nem só de pão vive o homem", não faltará emprego para evitar que se coma o "pão que o diabo amassou", porque com este candidato é tudo "pão, pão, queijo, queijo" e ninguém "puxa a brasa à sua sardinha" como ele. Como "Março amoroso faz o ano formoso", o candidato distribui beijocas e afagos, dá colo às crianças e afiança que é assim mesmo "A mim, ainda só não me viram as cuecas. Sou um homem transparente".

Publicado por jpcoutinho às 11:02 PM | Comentários (2)

vende-se

com esplanada incluída. Para os interessados, fica perto do Carlos Alberto, no Porto

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Publicado por jpcoutinho às 12:45 AM | Comentários (1)

março 04, 2005

publicidade enganosa

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Publicado por jpcoutinho às 11:25 PM

GÉRARD CASTELLO-LOPES

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GÉRARD CASTELLO-LOPES – “Homenagem a Henri Cartier-Bresson – Fotografias de Gérard Castello-Lopes” - Exposição de Fotografia De 5 de Março a 12 de Abril de 2005. Galeria Fernando Santos Rua Miguel Bombarda, 526 / 536, Porto. De 3ª a 6ª das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 19h30. Segundas e Sábados das 15h00 às 19h30.

Gerard Castello-Lopes é uma personalidade de referência no panorama da fotografia portuguesa.

A propósito da exposição “Oui/Non” realizada, de Janeiro a Abril de 2004, no Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, escreve Delfim Sardo:

“Gérard Castello-Lopes é um dos nossos mais importantes cronistas. Desde o início do seu interesse pela fotografia, tomou como sua a tarefa de mostrar, através das suas imagens, um país, frágil e belo, dramático no seu isolamento. Com um olhar elegante e requintado, Gérard Castello-Lopes transporta consigo a culpa de, irremediavelmente, esteticizar a nossa memória, agora já colectiva, do Portugal cinzento e triste do final do salazarismo.”

Gérard Castello-Lopes nasceu em Vichy, em 1925.

Viveu em Lisboa, Cascais, Estrasburgo, onde fez parte do Corpo Diplomático da Missão Permanente de Portugal junto do Conselho da Europa. Mais tarde, fixou residência em Paris. Licenciado em Economia pelo I.S.C.E.F. de Lisboa. Profissional de cinema, fotógrafo e crítico. Gerente de uma sociedade no campo do audiovisual. Dedica-se à fotografia a partir de 1956. Assistente de realização do filme português "Os Pássaros de Asas Cortadas" (1962) e de encenação de duas óperas realizadas pelo Grupo Experimental de Ópera de Câmara, subsidiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Membro fundador do Centro Português de Cinema. Co-autor e assistente de produção e realização, juntamente com Fernando Lopes e Nuno de Bragança, da curta-metragem "Nacionalidade: Português" (1970). Presidente do Júri do Instituto Português de Cinema durante o período de 1991 a 1993. Membro do Conselho Consultivo da Culturgest. A sua "formação" como fotógrafo foi a de um autodidacta. Como quase todos os outros fotógrafos dessa época, a sua aprendizagem não foi escolar (não havia cursos de fotografia) e baseou-se por um lado, numa natural pulsão de representar a realidade, por outro, num intenso interesse pelas outras artes plásticas ou representacionais, como a pintura, a escultura, o cinema e a própria fotografia. O método consistiu em aprender os fundamentos técnicos da fotografia – o que se aprende facilmente nos livros –, definir uma orientação sobre o "objecto" preferencial da sua actividade fotográfica (tomando Henri Cartier-Bresson como paradigma), e cotejar continuamente o resultado do que ia produzindo com o "corpus" fotográfico que lhe era facultado pelas revistas e livros estrangeiros da especialidade, na ausência ou na ignorância dum "corpus" equivalente português. Na sua essência, o método foi pragmático ou, como se diz em inglês, de tentativa e erro.

Sobre esta exposição, de homenagem a Henri Cartier-Bresson, escreve Gérard Castello-Lopes no prefácio do livro agora editado pela Galeria Fernando Santos:

“Comparar-me ao Mestre seria tão paradoxal como comparar o Sol à luz duma vela. Por outro lado quando adquiri os exemplares de “Images à la Sauvette” e dos “Européens” tomei a decisão de seguir o mesmo caminho. (…)

Para lá do génio fotográfico que foi o seu, é inegável que Henri Cartier-Bresson foi um incomparável fotojornalista. Embora Peter Galassi, actual director do departamento fotográfico do Museum of Modern Art de Nova Iorque, tenha escrito um livro intitulado “Henri Cartier-Bresson – the early work” onde Galassi tece as loas do primeiro período do fotógrafo em que a componente surrealista tomava o passo sobre qualquer outra consideração, não é menos verdade que com a criação da agência Magnum em que o mundo foi distribuído entre os seu fundadores, Henri Cartier-Bresson se tornou, à medida dos seus colegas Robert Capa, David Seymour e George Rodger um fotojornalista ímpar. Não é pois de admirar que o tenha escolhido como Mestre e, na medida das minhas possibilidades, tenha tentado seguir o mesmo caminho que ele, entre todos, desbravou.

Essa decisão não define nada mais do que uma influência; um caminho que eu desejava calcorrear, à minha maneira, sob a influência de Henri Cartier-Bresson. Mas essa influência nunca atingiu uma qualquer forma de identificação. Se algumas fotografias desta exposição mostram claramente essa influência só posso dizer que, desde sempre, toda a gente influenciou toda a gente, e como dizia um amigo antigo é a imitar os homens que se aprende a ser homem.

Sempre entendi que os postulados de Cartier-Bresson, uma inefável conjunção entre a geometria do mundo e a pesquisa daquilo que ele chamava “o instante decisivo”, vinham dum modo de ver que se aproximava do génio e em relação ao qual, não poderia nunca haver meças. Mas influência houve e se, hoje ainda, posso aduzir uma certa intuição e algum rigor na composição, é a ele que o devo. (…)

Soube pelos jornais que Cartier-Bresson tinha falecido em l’Isle sur la Sorgue e fora sepultado no cemitério de Montjustin. A minha mulher e eu fomos visitar a sua sepultura como última homenagem ao homem que tinha desencadeado em mim as ânsias que acompanham todos os fotógrafos. Estávamos a sessenta quilómetros desse cemitério e lá fomos em romagem. Fotografei a sua campa e a minha mulher fotografou o meu recolhimento. A sepultura que fotografei de Cartier-Bresson estava coberta de flores. No seu topo havia um vaso com uma oliveira ali plantada. Por detrás estava, verde-escuro, um cipreste alto e majestoso. Fiz setenta e nove anos nesse dia.”

Publicado por jpcoutinho às 11:10 PM | Comentários (2)

março 01, 2005

no labirinto

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talvez seja melhor não faltar! é só uma opinião

O SINDICATO DO CRIME EXISTE, não é Sérgio?
Sindicato do Crime apresenta

JUNK-BUY ME
Panfletário? Corrosivo? Gratuito? Certamente...

Labirintho – Porto – Março – 5 de Março – 23 horas (inauguração)

JUNK/BUY ME
Projecto multimedia em que cabem todos os excessos cometidos pela propaganda, demasiado óbvia na sua tentativa subliminar. Imagens em regime non-stop, slogans alienantes e sonoridades longínquas sucedem-se numa espiral ofensiva que a ninguém poupa. A começar pelas sensibilidades mais agudas. Nas duas salas que integram o espaço, perfilam-se instalações e vídeos que remetem o espectador para a violência do real, mesmo quando encoberta pela pretensa benevolência dos seus princípios. Semanalmente, irá decorrer ainda uma performance teatral protagonizada por um indivíduo entregue às suas consumições interiores. Entre o patético e o trágico, O Homem – assim se designa a figura – planeia a mais árdua das missões: descobrir o ser a quem entregar o significado da existência. A resposta, essa, poderá muito bem estar do outro lado do espelho.

SINDICATO DO CRIME
O Sindicato do Crime é um colectivo de intervenção urbana que se propõe resgatar a poesia – assumida não apenas na sua vertente literária, mas como oposição ao conformismo dominante – das malhas quase sempre turvas do quotidiano. Integrado na Galeria Serpente, o colectivo foi criado em finais de 2004 e, da sua ainda curta existência, fez parte a apresentação do projecto multimedia “Who’s the mthrfckr?”, realizado no Triplex, a 26 de Novembro, que incluiu performances de A Dasilva O e Pedro Piaf e a exibição das curtas-metragens “O mural da ética” e “Die, cabrón!”. O vídeo, a instalação, a literatura e a performance são os suportes de que o Sindicato do Crime se socorre, instrumentos predilectos para atingir o fim em vista: o questionamento das verdades ditas ‘inquestionáveis’.

Publicado por jpcoutinho às 03:18 PM | Comentários (1)