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outubro 14, 2005

sei lá! hoje que é dia do nobel da literatura

Sei Lá

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(edição Oficina do Livro, 2000)
sei lá quanto tempo demorei a resistir ao tédio das suas crónicas, minutos. ...
desculpa-se sensibilidade e o crescente desinteresse deste leitor.
agradeço o trabalho de joão pedro jorge por desmascarar algumas burcas com caneta em punho opinando e elevando desejo de uma mulher. MRP, querer ser reconhecida inter pares...

Um aviso, desde logo: o texto que se segue é embaraço para a escritora e penoso para os leitores em geral. Margarida Rebelo Pinto repete-se imoderadamente, copia frases de uns para outros livros, utiliza por vezes citações de escritores sem lhes atribuir a origem, tem deslizes de ortografia e comete erros gramaticais, as personagens, as situações, os temas e a estrutura narrativa são sempre os mesmos, as vidas que relata são homogéneas e monótonas, há incongruências catastróficas no vocabulário dos narradores, retirando-lhes toda a credibilidade, as representações dos homens e das mulheres são padronizadas, estereotipadas e simplistas, a escrita toca as raias do mau gosto e do anedótico, o estilo é uniforme e preguiçoso. Tudo considerado, livros deploráveis, falhados e vulgares. Não é fácil afirmar estas coisas, no início senti-me inclusivamente desapontado. É que o fenómeno Margarida Rebelo Pinto era-me simpático. Quando a comecei a ler até estava predisposto a gostar dela.

Publicado por jpcoutinho às outubro 14, 2005 12:50 AM

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